quinta-feira, 29 de julho de 2010

GALHARDO - Portugal

DESCENDÊNCIA
Pais de Catharina Rosa da Purificação e Azevedo
Avós de Henrique José Maria de Souza Galhardo
Bisavós de José Maria de Souza Galhardo e Oliveira
Terceiros Avós de Maria Isabel Galhardo
Quartos Avós de Maria Joana Galhardo das Neves
Quintos Avós de América Borges Monteiro
Sextos Avós de Zélia Borges de Gouvêa
Sétimos Avós de Maria Stella de Gouvêa Nunes
Oitavos Avós de Anamaria Nunes Vieira Ferreira

1. MARIA THERESA GALHARDO. Nascida por volta de 1700, na Freguesia da Encarnação, do Patriarcado de Lisboa. Falecida em 2 de Agosto de 1724.

Filha de Estevão Galhardo e Páscoa Maria Machado. Neta paterna de Matias Garcia e Maria Galhardo. Neta materna de João Rodrigues e Marta Machado.

Casada, na Freguesia do Sacrameto, com GIL ÁLVARES DE AZEVEDO. Nascido por volta de 1700. Batizado na Freguesia de Nossa Senhora da Graça, da Vila de Benavente, Arcebispado de Évora.

Filho de Francisco Álvares e Francisca Simoa.

Prova Documental:
Certidão de Batismo de sua filha.

Certidão de Batismo
Aos dezoito dias do mes de Dez de mil e sette centos e trinta e seis annos nesta Igrª fregª do SSmo Sacramento eu o Padre Antonio da mesma Igrª bauptizei a Catharina fª de Gil Alves bauptizado na fregª de Nª Sª da Graça da Villa de Benavente Arcebispado de Evora e de sua mulher Maria Thereza bauptizada na fregª da Encarnação deste Patriarchado Recebidos nesta mres na travessa de Estevão Galhardo Padrinho Antonio Tavares e Madrinha por ..... Mª Thereza e por verde fiz e asignei (Lisboa – Freg. de Santíssimo Sacramento - Rolo 1053 – Livro 5-B – F. 53)
Pesquisa Ana Paula Pereira
Distinção:
Foi habilitado para a Ordem de Cristo, mas não sabemos se teve a mercê:
Gil Álvares de Azevedo
Núcleo: Habilitação para a Ordem de Cristo
ETombo
Recursos para a Genealogia

Foram Pais de:

1.1. Catharina Rosa da Purificação e Azevedo Galhardo, que segue.

1.2 José Joaquim Galhardo. Bispo de Beja.

José Joaquim Galhardo, natural da freguesia do Sacramento, Lisboa, filho de Gil Álvares de Azevedo, natural de Benavente, e de sua mulher Maria Teresa, natural da freguesia da Encarnação, Lisboa, e recebidos na do Sacramento; neto paterno de Francisco Álvares e de sua mulher Francisca Simoa, naturais de Benavente; neto materno de Estevão Galhardo, natural da freguesia de Santa Maria del Mercado, Albuquerque, Espanha, e de sua mulher Páscoa Maria, natural da freguesia de Santa Catarina, Lisboa, e recebidos na freguesia da Encarnação. Em 14.03.1771 (m.43, n º 12).

Habilitações nas Ordens Militares – Tomo II – Ordem de Cristo
Tomo II – Página 182
Nuno Gonçalo Pereira Borrego

Distinção: Recebeu o Hábito de Cristo em 14 de Março de 1771.
Vida Eclesiástica: Bispo de Beja.
Reitor: Era Reitor da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda.

O Reitor José Joaquim Galhardo. E não se continha mais no assento do dito livro,
a que me reporto Nossa Senhora da Ajuda de Setembro 28 de 1781.

Arquivo historico português‎

Anselmo Braamcamp Freire, Jose
́Maria da Silva Pessanha – 1907 - Página 397.

Reitor da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda onde os seus sobrinhos, filhos de Dona Catharina foram batizados. E um dos filhos de Dona Catharina leva o nome “Gil”, mesmo nome do pai do Bispo: Gil Álvares de Azevedo.

Administrador de Capelas: Temos informação de, pelo menos, três:
Torre do Tombo: José Joaquim Galhardo - 18/09/1752 - Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.195. Alvará. Capela de Paulo de Oliveira em Beja. Filiação: Gil Álvares de Azevedo// 24/10/1752. Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.195. Alvará. Capela Barbané Farelões em Beja// 12/07/1753. Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.498v. Alvará. Capela de Catarina Inês em Beja.

Confirmação de Parentesco: Confirmando o parentesco de Dona Catharina Rosa com José Joaquim Galhardo, encontramos o seguinte registro, em 1777:
D. Catarina Rosa de Purificação de Azevedo - 07/07/1777 - Registo Geral de Mercês, D.Maria I, liv.1, fl.55v - Carta. Administração de duas Capelas instituídas em Beja por Catarina Anes e Barnabé de Farelães.

Residência: Tem matrícula de Morador na Casa Real.

A Obra: Foi autor do manuscrito “Quaresma do Anno 1763”

(Autor: Galhardo, José Joaquim - Título: Quaresma do Anno 1763 (manuscrito) Lugar de Nossa Senhora da Ajuda / o cura José Joaquim Galhardo - Notas Gerais: Encadernação em Pergaminho - Cota: MS-Lv22 CMLEO)

2. CATHARINA ROSA DA PURIFICAÇÃO AZEVEDO E GALHARDO. Batizada em 18 de Outubro de 1736, na Freguesia do S. Sacramento, do Patriarcado de Lisboa.

Certidão de Batismo
Aos dezoito dias do mes de Dez de mil e sette centos e trinta e seis annos nesta Igrª fregª do SSmo Sacramento eu o Padre Antonio . da mesma Igrª bauptizei a Catharina fª de Gil Alves bauptizado na fregª de Nª Sª da Graça da Villa de Benavente Arcebispado de Evora e de sua mulher Maria Thereza bauptizada na fregª da Encarnação deste Patriarchado Recebidos nesta mres na travessa de Estevão Galhardo Padrinho Antonio Tavares e Madrinha por ..... Mª Thereza e por verde fiz e asignei (Lisboa – Freg. de Santíssimo Sacramento - Rolo 1053 – Livro 5-B – F. 53)

Pesquisa de Ana Paula Pereira

Filha de Gil Álvares de Azevedo e Maria Thereza Galhardo. Neta paterna de Francisco Álvares e Francisca Simoa. Neta materna de Estevão Galhardo e Páscoa Maria Machado. Bisneto materno de Matias Garcia e Maria Galhardo. Bisneto materno de João Rodrigues e Marta Machado.

Prova Documental:

Certidão de Casamento de seu filho Henrique:

Capela Imperial - Livro 1 - Fl. 23 AP1200A
Henrique José Maria de Sousa Galhardo
Aos 25 do mez de fevereiro de 1813 no Oratório Particular de José Maria Raposo de Andrade e Sousa, sem que houvesse impedimento algum, por Despacho de S. Exª Remª o qual fica guardado no Cartório desta Igreja, pelas sinco horas, e meia da tarde, assisti ao Sacramento do Matrimonio Solenemente que perante mim celebrou, Henrique José Maria de Sousa Galhardo filho legítimo de Carlos Antonio de Sousa e de D. Catharina Roza da Purificação Azevedo Galhardo, natural e baptizada na Freguesia de N. S. D’Ajuda, do Patriarchado de Lisboa. Com D. Laurentina Luiza Dimichelis , natural e baptizada na Freguesia de Loreto da Cidade de Lisboa, e viúvo de D. Vivencia Rita Maria do amor Divino, e lhes dei as bênçãos nupciaes na forma do Ritual Romano, sendo antes confessados, e estas presentes alem de outras, os abaixo comigo assignados, de que fiz este assento, no dia mez e anno vt. Supra. Cônego Cura Antonio Pedro Teixeira. João de Sousa Motta. Francisco Antonio Dimichelis

Pesquisa de Ana Carolina Nunes

Irmão: Era irmã de José Joaquim Galhardo, Bispo de Beja (Torre do Tombo - José Joaquim Galhardo - 18/09/1752 - Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.195 - Alvará. Capela de Paulo de Oliveira em Beja. Filiação: Gil Álvares de Azevedo// 24/10/1752 - Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.195 - Alvará. Capela Barbané Farelões em Beja// 12/07/1753 - Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.4, fl.498v - Alvará. Capela de Catarina Inês em Beja). O Bispo era Reitor da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda onde os filhos de Dona Catharina foram batizados. E um dos filhos de Dona Catharina leva o nome “Gil”, mesmo nome do pai do Bispo: Gil Álvares de Azevedo.

Administradora de Capelas: Confirmando o parentesco de Dona Catharina Rosa com José Joaquim Galhardo, encontramos o seguinte registro, em 1777: D. Catarina Rosa de Purificação de Azevedo - 07/07/1777 - Registo Geral de Mercês, D.Maria I, liv.1, fl.55v - Carta. Administração de duas Capelas instituídas em Beja por Catarina Anes e Barnabé de Farelães.

Casada, em 26 de Junho de 1775, com CARLOS ANTONIO DE SOUSA.

Certidão de Casamento
Aos vinte e seis dias do mes de Junho de mil e sette centos secenta e cinco em minha presença e das testemunhas abaixo assinadas se receberão por marido e mulher como manda a Santa Madre Igreja Romana, na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituiçoens deste Patriarchado; Carlos Antonio de Sousa Cavalleiro professo na Ordem de Christo, filho legitimo de Antonio Francisco e de Josefa Maria ja defuntos, natural e baptizado na Freguesia do Salvador do lugar do Bombaral Termo da Vila de Ovidos deste Patriarchado, morador na Freguezia de Santa Izabel desta Cidade de Lisboa aonde se tem dezobrigado as quaresmas passadas do... Com D. Catharina Roza da Purificação e Azevedo filha legitima de Gil Alves de Azevedo e de Maria Thereza ja defuntos, natural e baptizada na Freguezia do Santissimo Sacramento de Lisboa e moradora nesta de Nossa Senhora da Ajuda de Bellem aonde se dezobrigou as Quaresmas passadas do ...... e com hum Decreto do Exmo. Senhor Cardeal Patriarcha em que despençava estes Contrahentes dos banhos e mais papeis do costume, o qual fica no Cartorio desta Igreja e de como se receberão na forma sobredita sem impedimento, fiz este assento sendo testemunhas prezentes Antonio Gomes Denis morador na dita Freguezia de Santa Izabel e o Sargento Mor Joam Teixeira Pilão morador nesta de Nossa Senhora da Ajuda (Lisboa – Freguesia de St, Maria da Madalena - Rolo 934 – Livro 7-C – F.86)


Nascido por volta de 1730. Natural e batizado na Freguesia do Salvador de Bombaral, termo da Vila de Ovidos, Lisboa.

Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, segundo sua Certidão de Casamento:
Torre do Tombo. 19/04/1760. Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.14, fl.464. Carta de Padrão. Tença de 18$000 rs. // 08/05/1760. Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.14, fl.464. Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs. // 16/08/1764. Registo Geral de Mercês, D.José I, liv.14, fl.464. Carta. Hábito de Cristo.

Morador na Freguesia de Santa Izabel, em Lisboa.

Vinda para o Brasil: É possível que tenha vindo para o Brasil em companhia de sua mulher e do filho, este com certeza, sim, integrando a comitiva da Família Real, como outros membros da sua família.

Citações: Encontramos 4 referências: Habilitações nas Ordens Militares – Ordem de Cristo - Tomo I, página 297. // Mordomia-Mor da Casa Real – Foros e Ofícios – Tomos I, página 651, Tomo II, páginas 576 e 588.

Foram Pais de:

2.1 Henrique José Maria de Sousa Galhardo, que segue.

2.2 Francisco Amaro de Sousa Galhardo. Escrivão da Correição da Comarca de Torres Vedras. Nascido em 15 de Janeiro de 1770, na Freguesia de Nossa Senhora da Ajuda, de Belém. Batizado em 22 de Janeiro de 1770, na mesma Freguesia.

Registro de Batismo
Em cumprimento do presente despacho, certifico que, vendo o Livro 2 dos Batizados desta freguesia, achei um assento à folha 210 que é do teor seguinte: Aos 22 dias do mês de Janeiro de 1770, de minha licença, batizou o Padre Pedro Pires Nunes, a Francisco, que nasceo a 15 do corrente, filho de Carlos Antonio de Sousa e de Dona Catharina Rosa da Purificação e Azevedo, recebidos nesta Freguezia e nella moradores. Forão padrinhos Francisco de Assis por seu procurador o Reverendo Reitor desta José Joaquim Galhardo e Nossa Senhora do Cabo. O Reitor José Joaquim Galhardo. E mais não se continha no assento no qual passei a presente que assignei. Nossa Senhora da Ajuda, 2 de Novembro de 1810. Reverendo Encomendado Antonio Sutil.

Pesquisa de Ana Carolina Nunes

Casa Real: Criado Particular de Sua Alteza Real, no Rio de Janeiro. (As gavetas da Torre do Tombo - Página 400 de Centro de Estudos Históricos Ultramarinos (Portugal), Centro de Estudos Históricos Ultramarinos – 1960 - ... dar testemunho e certeza o padre Francisco actual prior da Igreja Nova Francisco Amaro de Sousa Galhardo e Luiz Machado ambos meus criados particulares).

Distinção: Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo (Habilitação: Certifico que por sentença do Tribunal da Mesa de Consciência e Ordens, de 1º de Agosto corrente foi habilitado Francisco Amaro de Sousa Galhardo, creado particular de S. Majestade, para receber e professar o Hábito da Ordem de Cristo de que o Ilustríssimo Senhor lhe fez Mercê. Rio de Janeiro, 2 de Agosto de 1817) Dispensa de Provanças e Habilitações: Atendendo ao que o Suplicante representa: Hei por bem dispensar nas Provanças e Habilitações de sua pessoa e há velo por habilidade, para receber e o Habito da Ordem de Christo, de que lhe fiz Mercê: Dispensando o fim da aprezentação de qualquer Certidões e Folhas corridas, que deveria juntar e para saber que na Santa Igreja Cathedral desta cidade possa qualquer pessoa constituída em Dignidade Eclesiástica lançar- lhe o mesmo Hábito e admitillo logo a Profissão delle sem embargo dos Estatutos e Definições da dita Ordem (...) A Mesa da Consciência e Ordens o tenha assim entendido e lhe manda passar em despachos necessários. Palácio do Rio de Janeiro em dous de junho de mil oitocentos e dez.

Vida Profissional: Escrivão da Correição da Comarca de Torres Vedras
(Torre do Tombo: 21 de Fevereiro de 1799 - Registo Geral das Mercês, Dona Maria I, Livro 30, Fls. 66v. - Alvará. Ofício de Escrivão da Correição da Comarca de Torres Vedras. // 06 de Maio de 1799. Registo Geral de Mercês, D.Maria I, liv.29, fl.187. Alvará. Para nomear serventuário ao ofício de Escrivão da Vila de Torres Vedras. // 11 de Maio de 1826. Registo Geral das Mercês, D. João VI, Livro 21, Fls. 180v. Provisão para renunciar o ofício de Escrivão da Correição da Comarca de Torres de Vedras. Filiação: Carlos Antonio de Sousa)

Pelo texto abaixo, acreditamos que fosse Escrivão no Rio de Janeiro: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais - Página 101 de Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto historico e ethnographico do Brasil, Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (Brazil) - Geography – 1977 - Assinou-ao já mencionado Francisco Amaral de Sousa Galhardo (18) . OS BENS DE D. CARLOTA, DEPOIS DE SEU REGRESSO A PORTUGAL Regressando D. Carlota.

Dívida: Em 1820 estava inscrito em declaração de débito
(Biblioteca Nacional - Francisco Amaral de Sousa Galhardo - Maço XLV – No. 2054 – 25 de Novembro de 1820 – Declaração de Débito).

Casado, por volta de 1818, com Dona Rita Lúcia Casemira. Com Geração.

2.3 Gil Manoel de Sousa Galhardo. Tesoureiro da Real Capela do Rio de Janeiro e Padre. Nascido em 2 de Dezembro de 1770, na Freguesia da Ajuda, e aí batizado em 8 de Dezembro de 1770, pelo seu tio materno Bispo e Reitor José Joaquim Galhardo.

Registro de Batismo
Aos oito dias do mês de dezembro de mil sete centos e setenta e um batizei Gil, que nasceo em dois do corrente, filho de Carlos Antonio de Sousa e de Dona Catharina Rosa da Purificação e Azevedo, recebidos e moradores nesta freguesia. Forão padrinhos o Ilustríssimo e Excelentíssimo Dom Frei Manoel do Cenáculo, Bispo de Beija e Nossa Senhora das Dominações. O Reitor José Joaquim Galhardo. Lisboa, aos doze de fevereiro de 1810.

Pesquisa de Ana Carolina Nunes

A Medalha de Ouro com a Efígie do Rei

O padre Gil Manoel de Sousa Galhardo, Thesoureiro do Thesouro da Santa Igreja Patriarcal, tendo a honra de beijar a Régia Mão de Sua Magestade no dia cinco de Maio, em o Real Paço da Ajuda, Lhe pedio a Graça de poder usar da Medalha de Ouro de sua Real Effigie; foi o mesmo Augusto Senhor Servido anuir à sua supplica.

Gazeta de Lisboa

Distinção: Cavaleiro da Torre e Espada (O Campeão Portuguez, ou O amigo do rei e do povo - Página 108 - editado por José Liberato Freire de Carvalho – 1819 - Vemos despachado em Cavalleiro da Torre e Espada o Padre Gil Manoel de Sousa Galhardo, Ora nós sempre ouvimos dizer que esta ordem havia sido positivamente ...)

O Padrinho: Frei Manoel do Cenáculo Villas Boas, Bispo de Beja.

Pequena Biografia
Frei Manoel do Cenáculo Villas Boas nasceu em Lisboa em 1º de março de 1724, falecendo em Évora a 26 de janeiro de 1814, aos 90 anos. Doutorou-se em Teologia pela Universidade de Coimbra em 1749, e regeu uma cadeira da faculdade entre 1751 e 1755. Ao longo de sua vida recebeu títulos e ocupou cargos importantes como o de Provincial da Ordem Terceira em Portugal, deputado da Mesa Censória em 21 de abril de 1768 e bispo de Beja em 1770. Destacou-se, sobretudo, durante o reinado de D. José (1750-1777), como pedagogo e reformador estreitamente sintonizado com a política do então ministro do rei, marquês de Pombal, a quem auxiliou no projeto de desenvolvimento da instrução pública. Gozando de prestígio e do respeito da família Real, foi nomeado em março de 1769 confessor do príncipe D. José e, a partir de 1770, seu preceptor. Procurou imprimir ao jovem príncipe uma educação de orientação marcadamente iluminista, associando o conhecimento ao exercício do poder. Com a morte de D. José e a demissão do marquês de Pombal, em 1777, Frei Manoel do Cenáculo retornou a seu bispado, onde residiu por 25 anos, dedicando-se aos seus estudos e à contribuição para criação de bibliotecas, como a do Convento de Jesus em Lisboa (hoje da Academia real das Ciências), e a Biblioteca Pública de Lisboa. Em 3 de março de 1802 foi nomeado pelo príncipe regente D. João, Arcebispo da Santa Igreja Metropolitana de Évora onde continuou promovendo a instrução do clero e da sociedade até o seu falecimento. (Fonte Desconhecida)


3. HENRIQUE JOSÉ MARIA DE SOUSA GALHARDO casado com VICÊNCIA RITA MARIA XAVIER DO AMOR DIVINO E OLIVEIRA, Patriarcas da Família de Sousa Galhardo, no Rio de Janeiro.

Pesquisa
Ana Carolina Nunes
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